Semfiança novembro 27, 2011
Posted by ograo in Uncategorized.trackback
Estou a pensar em você. Estar. Minha estrela que se esconde tão alto que se perde entre névoas de maresia, de neblina, de nuvens. Desce o monte em fumaça branca e se perde entre o murmúrio dos ventos da tijuca, onde a barra não é nada mansa. Seu texto que corre como arame fino, acerca de assuntos que escorrem aos mais desavisados, descem a serra como se fizesse reverencia ao palhaço errante. Com pulgas ou sem pulgas por detrás de sua orelha, a praia vai ser sempre praia, como o mar nunca deixará de ser mar, como meu amor será sempre você, meu amor. Não adianta tecer com malte assuntos nada originais, fúteis, de minha vida ou da sua, perdidos em boemias, textos, banheiros, vazios. É como se eu não tivesse existido. Mmm. tá bom, sei. Quanto mais quero sua confiança mais parece que o processo de fiar essa corda, esse laço, se desata, de desfia, semfiança. Estou a pensar. como um fluxo, como um oito deitado.
a pensar.
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